A claustrofobia é um medo intenso e irracional de ambientes fechados ou confinados. Situações comuns que desencadeiam esse medo incluem elevadores, túneis, aviões, salas pequenas e, frequentemente, exames em aparelhos como a ressonância magnética. Mesmo sem uma ameaça real, a pessoa pode experimentar uma forte resposta de ansiedade.
Sintomas mais comuns de claustrofobia
Os sinais variam de pessoa para pessoa, mas os mais frequentes incluem:
- Ansiedade súbita ou crises de pânico
- Sensação de falta de ar e aperto no peito
- Batimentos cardíacos acelerados (taquicardia), suor excessivo e tremores
- Tontura e náusea
- Necessidade urgente de sair do local
Possíveis causas
A origem da claustrofobia pode estar associada a diferentes fatores, como:
- Experiências traumáticas anteriores, como ficar preso em algum lugar
- Predisposição à ansiedade, comum em pessoas mais sensíveis a estímulos emocionais
- Sensação de perda de controle, medo de não conseguir sair ou ser “impedido” de escapar
Como tratar a claustrofobia?
A boa notícia é que existem tratamentos eficazes, principalmente quando a condição interfere no bem-estar ou impede a realização de atividades essenciais, como exames médicos. As abordagens mais recomendadas incluem:
- Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC): ajuda a reestruturar pensamentos e reações diante do medo
- Exposição gradual: um processo terapêutico que treina o corpo e a mente para enfrentar os gatilhos aos poucos
- Técnicas de respiração e relaxamento: auxiliam no controle da ansiedade no momento da crise
- Mindfulness e meditação guiada: fortalecem o autocontrole emocional
- Uso de medicamentos: indicados por profissionais de saúde, em casos selecionados
Dicas práticas para situações comuns
✅ Em elevadores:
- Pratique respiração lenta e profunda (4 a 6 segundos por inspiração/expiração)
- Mantenha o foco em algo externo: uma música, o visor dos andares ou uma conversa leve
✅ Em exames de ressonância magnética:
- Pergunte sobre a possibilidade de ressonância em aparelho aberto, mais confortável para quem tem claustrofobia
- Use tampões de ouvido ou fones com música para se distrair dos ruídos
- Mantenha comunicação constante com a equipe — no Cedus, estamos preparados para acolher e orientar com calma
- Se necessário, considere sedação leve, sempre com indicação médica
No Cedus, você é acolhido com cuidado e respeito
Sabemos que exames como a ressonância magnética podem ser desafiadores para quem tem claustrofobia. Por isso, nossa equipe está preparada para oferecer o suporte necessário, com atenção, paciência e alternativas seguras para que você se sinta confortável e confiante durante o procedimento.
Agende seu exame com tranquilidade. Conte com o Cedus.
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