O papel da ultrassonografia no pré-natal

Novos aparelhos de ultrassonografia­ são criados e as estruturas intrauterinas são visibilizadas de forma real e simultânea. Com tantas imagens fantásticas, como aquelas dos ultrassons 3D, ou, mais recentemente, pelos aparelhos de 4D de alta defi­nição, o que realmente deve ser realizado no pré-natal? Quantos exames e qual o momento ideal da gestação devem ser solicitados para oferecer uma assistência obstétrica adequada, sem exageros e sem exames supérfluos?

O esquema ideal de exames não pode seguir regras dos sistemas público ou privado de saúde. Sugiro uma rotina de exames decorrentes das recomendações atuais da medicina baseada em evidências, com foco na saúde e prevenção de doenças do binômio mãe-feto.

O exame ultrassonográ­fico mais precoce deve ser realizado com oito semanas de gestação. É o momento para con­firmação da gravidez tópica, abortamentos retidos, da gemelaridade e da gravidez ectópica, que cursa com altas taxas de morbimortalidade materna. O exame, realizado antes de oito semanas, gera ansiedade e angústia para o casal. Muitas vezes, o saco gestacional ou o embrião não são visíveis, fazendo com que exames seriados sejam realizados até a completa visibilização.

Fonte:

Trecho adaptado de Dra. Juliana Moysés Leite Abdalla, utrassonografista especialista em Medicina Fetal

Disponível em: Informativo SOGIMIG Julho/ Agosto de 2014

http://sogimig.org.br/site/wp-content/uploads/Sogimig_jul_ago.pdf

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